WGold: a mais nova fonte proteica “padrão-ouro” da Integralmédica

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Entre os suplementos esportivos atualmente disponíveis no mercado, a categoria dos proteicos é a que apresenta maior variedade de tipos e composição de produtos. Isso fica evidente quando analisamos as diversas fontes proteicas (derivados do leite, arroz, carne, soja, ervilha) e composições (concentrados, isolados, hidrolisados, combinados com outros nutrientes, blends). Frente à ampla variedade disponível, é comum que se levantem, nos âmbitos acadêmico e clínico (prático), questões como: qual a melhor fonte proteica? Há diferença entre a efetividade das fontes para uma mesma dosagem de consumo? A questão da digestão e absorção é mesmo relevante? Qual seria a composição ideal de um suplemento proteico? Essas e outras perguntas são feitas com o objetivo de otimizar o metabolismo proteico muscular, seja por meio da indução do processo de hipertrofia, do reparo tecidual ou da ergogenia nas adaptações neuromusculares (por exemplo, força).

Reuni neste breve texto alguns trabalhos científicos, amplamente utilizados em discussões acadêmicas, a fim de formular condutas nutricionais práticas efetivas para atingir os objetivos acima citados.

Obviamente, outros estudos poderiam ser citados. Porém, tendo em vista que os estudos escolhidos apresentam elevado número de citações (utilização em outros artigos científicos), os dados fornecidos por estes, bem como a forma com que foram conduzidos, demonstram sua importância para o esclarecimento dessas questões.

Começamos pelo estudo clássico de Tang et al. (2009) que comparou a efetividade de três fontes proteicas (whey hidrolisado, caseína e soja) sobre a capacidade de síntese proteica muscular em seres humanos, em repouso e também após terem sido submetidos a uma sessão de exercício de força. Em repouso, os autores demonstraram que tanto a ingestão de whey protein quanto de soja apresentaram resultados similares, porém superiores aos da caseína, sobre a capacidade sintética muscular. Entretanto, quando a ingestão foi realizada após a sessão de exercício de força, o whey protein apresentou maior promoção de síntese proteica, seguido pela soja e caseína. Os dados levam à conclusão de que a suplementação de whey hidrolisado é mais efetiva, em comparação com as demais fontes, por conta de sua maior velocidade de digestão e absorção, causando assim picos e valores elevados de leucinemia e aminoacidemia. Se analisarmos parte do protocolo experimental do estudo, porém, veremos que as doses utilizadas foram similares: 21,4 g de whey hidrolisado, 21,9 g de caseína e 22,2 g de soja. A distinção dos resultados se explica, em parte, por conta deste fator. As fontes proteicas utilizadas não são similares em composição (teor de aminoácidos essenciais) sendo, portanto, necessária a correção das doses para deixar a composição equivalente. De qualquer forma, a dose e a composição do whey protein hidrolisado apresentou resultado superior. Ou seja, é um padrão de referência a ser seguido para corrigir as doses dos demais suplementos proteicos, derivados de outras fontes.

Seguindo a mesma linha, Moore et al. (2009) nos mostraram que existe uma dose ideal de consumo para compostos proteicos, capaz de atingir o efeito máximo sobre a síntese proteica muscular. Os autores demonstraram que esta dose está em torno de 20-25 g e que qualquer dose excedente não trará benefícios adicionais. Juntando as informações, se utilizarmos o whey protein hidrolisado (demonstrado como sendo a fonte proteica mais efetiva) na quantidade de cerca de 25 g (demonstrado como sendo a dose plateu sobre a capacidade sintética muscular), teremos o fornecimento de:

•8-9 g de aminoácidos essenciais;

•2-3 g de leucina.

Essa é a composição ideal para uma fonte proteica. Os trabalhos que seguiram os acima citados utilizaram outras fontes proteicas de forma a equivaler tais valores de aminoácidos essenciais e leucina e, assim, observaram resultados similares ao do whey protein hidrolisado. Entre as fontes citadas até o momento, destacam-se os blends proteicos e a proteína de arroz. Ambos apresentaram a mesma efetividade do whey protein hidrolisado quando a dose de consumo era corrigida pelo teor de aminoácidos essenciais e leucina.

E a questão da velocidade de digestão e absorção? Não faz diferença? Em termos de efetividade muscular, não. Aparentemente, o fator primário que determina a efetividade de uma fonte proteica é o teor de proteína, aminoácidos essenciais e leucina ingerido por dose. Se o padrão acima descrito for seguido, as características de digestão e absorção são indiferentes. Para ilustrar tal fato, Reidy et al. (2013) avaliaram a eficácia da ingestão de um blend proteico sobre a síntese proteica muscular em comparação com o whey protein. Contudo, a dose escolhida para o blend em questão foi corrigida pelo mesmo teor de aminoácidos essenciais e leucina fornecidos pelo whey protein. Os resultados demonstraram que ambas as intervenções foram efetivas na mesma magnitude, evidenciando que, de fato, a composição da proteína é o determinante.

Obviamente, tolerâncias e individualidades devem ser consideradas antes de se escolher qualquer nutriente. Sabendo que é possível obter resultados similares com diversos suplementos, cabe ao profissional nutricionista avaliar cada paciente e prescrever com base no diagnóstico realizado e não na composição do suplemento.

WGold, o mais novo suplemento proteico da Integralmédica, foi formulado para acompanhar todas essas exigências da literatura no que diz respeito à composição, conforme demonstra sua tabela nutricional:

Informação Nutricional

Porção de 32 g (2 scoops)

Quantidade por porção

%VD *

Valor energético

130 kcal = 544 kJ

6

Carboidratos

5,4 g

2

Proteínas

24 g

32

Gorduras totais

1,4 g

2

Gorduras saturadas

0,6 g

3

Gorduras trans

0 g

Fibra alimentar

0 g

0

Sódio

89 mg

4

* % Valores Diários de Referência com base em dieta de 2.000 kcal, ou 8.400 kj. Seus valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas.

Sendo assim, WGold revela-se mais uma opção de suplemento nutricional de qualidade, indicado para otimizar o metabolismo proteico muscular.

 

Referencias bibliográficas e sugestões de leitura:

 

Tang JE, Moore DR, Kujbida GW, Tarnopolsky MA, Phillips SM. Ingestion of whey hydrolysate, casein, or soy protein isolate: effects on mixed muscle protein synthesis at rest and following resistance exercise in young men. J Appl Physiol (1985). 2009 Sep;107(3):987-92. 

Moore DR1, Robinson MJ, Fry JL, Tang JE, Glover EI, Wilkinson SB, Prior T, Tarnopolsky MA, Phillips SM. Ingested protein dose response of muscle and albumin protein synthesis after resistance exercise in young men. Am J Clin Nutr. 2009 Jan;89(1):161-8. 

Reidy PT1, Walker DK, Dickinson JM, Gundermann DM, Drummond MJ, Timmerman KL, Fry CS, Borack MS, Cope MB, Mukherjea R, Jennings K, Volpi E,Rasmussen BB. Protein blend ingestion following resistance exercise promotes human muscle protein synthesis. J Nutr. 2013 Apr;143(4):410-6

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